A próxima Copa do Mundo será incomum em muitos aspectos —número recorde de seleções, três países anfitriões, estádios espalhados a milhares de quilômetros uns dos outros, e o planeta mergulhado em conflitos cujas consequências podem encarecer ainda mais a viagem.
Dentre as 16 cidades-sede do torneio, Miami é uma das mais acessíveis aos brasileiros, tanto por sua proximidade geográfica quanto pela grande oferta de voos.
É velha conhecida —a principal porta de entrada de quem sai do país rumo as Estados Unidos, e onde o português é onipresente. Tanto é que é comum ouvir histórias de gente que se arriscou pela cidade sem nem saber falar o inglês ou o espanhol. E nem penou.
Para quem vai à primeira vez, vale visitar a região de South Beach, com seus casarões típicos em art déco voltados para o mar de cor esverdeada. A música é sempre alta na cidade da festa.
Quem já conhece pode se aprofundar em sua cena artsy, cada vez mais vibrante, e ousar conhecer os arredores, como o Parque Nacional dos Everglades, um conjunto de pântanos que servem de morada a aves e crocodilos.
Miami é também a capital mundial dos cruzeiros. Cerca de 8 milhões de pessoas embarcam ali todo ano rumo ao Caribe e outros destinos. Muitos navios costumam partir dali em suas viagens inaugurais, como foi o caso do Norwegian Luna, em março.
Dá ainda para esticar para Orlando, que fica a 380 quilômetros. O local cresceu ao redor da Disney, mas não se limita a ela.






















