“A ideia desse cadastro é isso, é diminuir a reiteração, é diminuir os casos de violência, mas ele, sozinho, não pode ser visto como uma bala de prata, que vai resolver todos esses problemas. A violência contra a mulher é um problema complexo, então a gente precisa de ações da polícia, do Ministério Público e do Judiciário”, afirmou Vanessa Almeida, promotora de Justiça de Enfrentamento à Violência Doméstica do Ministério Público de São Paulo.



