Close Menu
  • Home
  • Notícias
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Zelenski destaca o alcance das armas ucranianas após o ataque a Moscou

maio 18, 2026

Abuso e exploração sexual de crianças: como identificar e denunciar | G1

maio 18, 2026

Adriano Marcelo Bonilha é eleito prefeito de Brejo Alegre | G1

maio 18, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
portalnardelazuoz.com.br
Subscribe Login
  • Home
  • Notícias

    Zelenski destaca o alcance das armas ucranianas após o ataque a Moscou

    maio 18, 2026

    Dow Jones futuro cai e petróleo brent bate US$ 110 com tensão alta entre EUA e Irã

    maio 18, 2026

    Pessoas 50+ vão representar metade do consumo com saúde em 2044

    maio 18, 2026

    Uso de IA na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do país

    maio 18, 2026

    Irã alerta Emirados Árabes Unidos sobre aprofundamento de relações com Israel

    maio 17, 2026
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
portalnardelazuoz.com.br
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
Home » Para Marjorie Estiano, Ângela Diniz era uma feminista sem consciência política disso
Notícias

Para Marjorie Estiano, Ângela Diniz era uma feminista sem consciência política disso

RedaçãoBy Redaçãonovembro 13, 2025Nenhum comentário8 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Para Marjorie Estiano, Ângela Diniz era uma feminista sem consciência política disso
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


Marjorie Estiano aceitou o convite para interpretar a socialite Ângela Diniz, morta a tiros em 1976 pelo namorado, Doca Street, antes mesmo de ler o roteiro da minissérie dirigida por Andrucha Waddington (Vitória), que estreia nesta quinta-feira (13.11) na HBO Max.

Ângela Diniz: Assassinada e condenada nasceu a partir do podcast Praia dos Ossos (2020), sucesso da Rádio Novelo, que mergulha em um dos casos de feminicídio mais emblemáticos do Brasil.

“Não sabia nada sobre ela. Mas depois que ouvi o podcast, entendi a dimensão do que aquilo significava. Trata de uma violência estrutural que me atinge diretamente. Então, foi inevitável sentir a responsabilidade, pessoal e profissional, de contar essa história”, diz a atriz em entrevista à ELLE.

LEIA MAIS: Mia Goth fala sobre o figurino de “Frankenstein”, da Netflix

O crime, que chocou a sociedade da época, ocorreu na casa de veraneio da mineira, na Praia dos Ossos, no balneário de Armação de Búzios, no Rio de Janeiro. O julgamento do assassino, vivido na série por Emílio Dantas, ficou marcado tanto pelo machismo da defesa quanto da cobertura da imprensa, ganhando repercussão e impulsionando a luta contra a violência de gênero no país.

“Ângela era uma feminista sem consciência política disso. Vivia sua vida de forma que rompia com as regras patriarcais, mesmo sem perceber”, afirma Marjorie. “Ela não lutava por um direito coletivo, mas fazia isso ao reivindicar o direito individual de viver como quisesse.”

Na conversa com a ELLE, Marjorie reflete sobre o impacto que a personagem teve em sua vida, seus trabalhos no cinema e a participação no show de Gilberto Gil.

Copia de LCS04246Copia de LCS04246


Marjorie Estiano como Ângela Diniz
Foto: Divulgação

Como você reagiu quando recebeu o convite?

Comecei a me preparar imediatamente, mesmo sem saber se o projeto aconteceria. Era um tema tão importante, e uma personalidade tão distinta do que normalmente se vê nas personagens femininas. Ângela é uma mulher que se sente bem na própria pele, que fala o que pensa, vive o que quer, se dedica ao prazer e se autoriza a senti-lo. Isso é absolutamente inédito, não só para mim, mas como para a espectadora também.

Como foi esse processo?

Cada personagem demanda diferentes tipos de estudo. Quando há um recorte de época, é preciso entender o contexto, o pensamento, o comportamento da sociedade naquele período. Depois, vem a personalidade da figura em si – como ela pensa o mundo, como se apresenta fisicamente, qual é sua perspectiva. E, no caso da Ângela, havia ainda o propósito da série: discutir a violência estrutural do patriarcado sobre a mulher.

“Acho que a principal herança da Ângela Diniz foi a conexão com o prazer, no sentido mais amplo: o prazer de estar viva, de se relacionar, de existir”

Você também leu muito material sobre o tema.

Ler foi essencial. Cada autora trouxe uma visão particular sobre o assunto. Comecei com O segundo sexo (1949), de Simone de Beauvoir, e depois fui para A reengenharia do tempo (2003), da Rosiska Darcy, que traça um paralelo econômico sobre a desigualdade de gênero. Também mergulhei em textos raciais, escritos por Djamila Ribeiro, Lélia Gonzalez, e assisti a muitos documentários. Esses estudos me ajudaram a entender minha própria formação. Quando falo sobre violência contra a mulher, estou falando sobre mim mesma também. Precisei estudar para abrir espaço e viver essa perspectiva, porque, de alguma forma, também fui e ainda sou acometida por essas violências.

O primeiro episódio já descreve Ângela como “linda, livre e louca. E ser tudo isso, nos anos 70, era perigoso”.

Ângela vivia sua vida rompendo com as regras patriarcais, mesmo sem perceber. Há entrevistas em que ela diz que feminismo era coisa de mulher mal amada. Ela realmente não compreendia o feminismo, mas, enquanto personalidade transgressora e libertária, era uma militante, ainda que sem essa consciência. Ela não lutava por um direito coletivo, mas o fazia ao reivindicar o direito individual de viver como bem quisesse.

LEIA MAIS: True crime à brasileira: Tremembé e outras produções baseadas em casos reais

LCS07689LCS07689


Marjorie Estiano como Ângela Diniz e Emilio Dantas como Doca Street
Foto: Divulgação

O caso também ficou marcado pela tese da “legítima defesa da honra”, que inocentou Doca no tribunal. Essa tese só foi proibida pelo Supremo Tribunal Federal em 2023. Sente que avançamos?

Avançamos, mas ainda há muito a fazer. Existe uma dissintonia: as mulheres conquistam mais liberdade individual, representação, liderança, mas o Brasil ainda é o quinto país do mundo no ranking de feminicídios. As leis de proteção à mulher mostram justamente que a mentalidade não mudou. Se tivesse mudado, não precisaríamos de mais leis para nos proteger. Basta surgir uma denúncia de assédio ou estupro para ver a enxurrada de ataques à vítima.

O que você aprendeu sobre si mesma com a personagem?

Essa personagem me atravessou profundamente. O estudo foi um processo de letramento. Passei a reconhecer com mais clareza como o machismo se manifesta ao meu redor e em mim mesma. Foi quase psicanalítico – sobre minha formação, minha relação com o masculino, com a sexualidade, com o desconforto da exposição. Acho que a principal herança dela foi a conexão com o prazer, no sentido mais amplo: o prazer de estar viva, de se relacionar, de existir. A Ângela tinha essa filosofia de viver a vida pelo prazer, não pela realização. Isso me transformou muito. Com o avanço do conservadorismo, é ainda mais urgente falar sobre isso.

“Hoje sinto mais prazer no trabalho e entendo melhor meu propósito”

Você completou duas décadas de carreira. Como é olhar para trás aos 43 anos?

É um privilégio. Reconheço as oportunidades que tive, mas também o quanto investi em mim mesma, nos estudos, na profissional que quis ser. Hoje sinto mais prazer no trabalho e entendo melhor meu propósito. No início, atuava porque amava contar histórias. Com o tempo, fui entendendo para que e para quem eu fazia isso.

No cinema, você tem dois projetos saindo do forno. Como foi atuar no terror Enterre seus mortos, adaptado e dirigido por Marco Dutra, seu parceiro em As boas maneiras (2017)?

Não sou uma fanática do terror, mas o gênero me permite vivenciar o fantástico e isso me fascina. O filme feito pelo Marco Dutra é profundo. Ele usa o gênero para questionar a sociedade, e isso me atrai bastante. Trabalhar com ele é um privilégio. O fantástico me permite me desorganizar, me virar do avesso e isso oxigena meu pensamento e minha forma de construir personagens.

E o drama ainda inédito Precisamos falar, em que você interpreta uma mulher de direita, meritocrata, defensora das hierarquias sociais, dirigido por Pedro Waddington e Rebeca Diniz?

Eu tinha necessidade de entender como esse pensamento da extrema direita se forma, encontrar o lado humano e vulnerável dessas pessoas. É difícil conversar com quem nega desigualdades, a história e a própria ciência. Mas viver essa personagem me obrigou a tentar compreendê-las. Esse é o propósito do filme, exercitar o diálogo, porque eu também tenho impulsos de rechaçar quem pensa diferente de mim, só que na direção oposta. Então, é um exercício importante para viver em sociedade e não sucumbir à barbárie.

Como você consegue conciliar tantos projetos?

A diversidade me atrai. Tenho curiosidade sobre diferentes realidades, gêneros e formas de expressão. Tento equilibrar os projetos com base em alguns critérios: com quem é, sobre o que, em que momento da vida estou. Quando percebo que algo está pesando, busco compensar com o próximo trabalho ou com momentos de descanso, viagem, estudo. Não dá para planejar a longo prazo nesse mercado, então cada escolha é uma renúncia.

“Não sou uma fanática do terror, mas o gênero me permite vivenciar o fantástico e isso me fascina”

Na música, você despontou como cantora na 11ª temporada de Malhação, da Rede Globo, e depois lançou três discos solo, sendo o último de 2014. Mas este ano, você subiu no palco para cantar com Gilberto Gil em sua turnê de despedida. Como foi isso?

Foi uma das coisas mais lindas da minha vida. Sou muito fã do Gil, sempre fui. Já tinha tido a oportunidade de cantar com ele uns 15 anos atrás, num projeto chamado Cidade do Samba, da gravadora Universal, pela qual eu era contratada na época. Estava tão enrijecida pela responsabilidade que acabei não conseguindo aproveitar aquele momento com leveza e prazer. Mas quando surgiu essa nova chance, prometi a mim mesma que seria diferente. E foi muito especial. Essa turnê é a última dele, e o show celebra toda a sua trajetória, com a família no palco.

Além disso, aconteceu em Curitiba, minha cidade natal. O Gil convida artistas de cada região por onde passa, e foi por ser curitibana que pude subir naquele palco. Sou muito grata à minha cidade por isso – foi onde eu sonhei ser atriz, ser cantora, cantando no banheiro da minha casa. E, de repente, estava ali, num estádio, diante de milhares de pessoas. Fiz até uma surpresa para a minha família. Dei os convites, disse apenas que era o show do Gil, mas não contei que eu participaria. Minha mãe, que é baiana e ama o Gil, ficou eufórica. Quando entrei no palco, foi uma emoção indescritível. Um dos momentos mais especiais da minha vida.

LEIA MAIS: Wagner Moura fala à ELLE sobre prêmios, militância e como segue fiel ao que acredita

 

Para ler conteúdos exclusivos e multimídia, assine a ELLE View, nossa revista digital mensal para assinantes




Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleClássico repaginado: descubra como montar looks com poás coloridos
Next Article Para Marjorie Estiano, Ângela Diniz era uma feminista sem consciência política disso
Redação
  • Website

Related Posts

Zelenski destaca o alcance das armas ucranianas após o ataque a Moscou

maio 18, 2026

Dow Jones futuro cai e petróleo brent bate US$ 110 com tensão alta entre EUA e Irã

maio 18, 2026

Pessoas 50+ vão representar metade do consumo com saúde em 2044

maio 18, 2026

Uso de IA na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do país

maio 18, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Demo
Top Posts

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021

Metaverse Hype Stalls While VR, AR Technology Advances

janeiro 14, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021
Don't Miss
Economia

Zelenski destaca o alcance das armas ucranianas após o ataque a Moscou

By Redaçãomaio 18, 20260

MADRID, 17 – O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, destacou o alcance cada vez maior do…

Abuso e exploração sexual de crianças: como identificar e denunciar | G1

maio 18, 2026

Adriano Marcelo Bonilha é eleito prefeito de Brejo Alegre | G1

maio 18, 2026

Minhas mudas viviam secando até conhecer este método profissional de rega

maio 18, 2026
Stay In Touch
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
  • Telegram

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Demo
Demo
Our Picks

Remember! Bad Habits That Make a Big Impact on Your Lifestyle

janeiro 13, 2021

The Right Morning Routine Can Keep You Energized & Happy

janeiro 13, 2021

How to Make Perfume Last Longer Than Before

janeiro 13, 2021

Stay off Social Media and Still Keep an Online Social Life

janeiro 13, 2021
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
Don't Miss
Economia

Zelenski destaca o alcance das armas ucranianas após o ataque a Moscou

By Redaçãomaio 18, 20260

MADRID, 17 – O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, destacou o alcance cada vez maior do…

Abuso e exploração sexual de crianças: como identificar e denunciar | G1

maio 18, 2026

Adriano Marcelo Bonilha é eleito prefeito de Brejo Alegre | G1

maio 18, 2026

Minhas mudas viviam secando até conhecer este método profissional de rega

maio 18, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Sobre Nós
Sobre Nós

O Portal Nardel Azuoz nasce com o propósito de informar, inspirar e conectar pessoas por meio de conteúdos relevantes sobre lifestyle, tendências e atualidades. Nosso compromisso é entregar informação de qualidade, com uma abordagem moderna e acessível, pensada para quem busca estar sempre atualizado.

Our Picks

Zelenski destaca o alcance das armas ucranianas após o ataque a Moscou

maio 18, 2026

Abuso e exploração sexual de crianças: como identificar e denunciar | G1

maio 18, 2026

Adriano Marcelo Bonilha é eleito prefeito de Brejo Alegre | G1

maio 18, 2026
Most Popular

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021

Metaverse Hype Stalls While VR, AR Technology Advances

janeiro 14, 2021
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
© 2026 I Portal Nardel Azuoz | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.

Lost password?