As ações preferenciais da Petrobras (PETR4), da Vale (VALE3) e do Itaú Unibanco (ITUB4) foram as mais negociadas na bolsa brasileira em setembro de 2026, mantendo as três primeiras posições do ranking pelo segundo mês consecutivo. O levantamento do Datawise+, plataforma de dados da B3, também mostra o avanço do Banco do Brasil (BBAS3), que passou da oitava para a quarta colocação, e o retorno dos papéis da B3 (B3SA3) e da petroleira PRIO (PRIO3) à lista dos dez mais movimentados.
As instituições financeiras ocuparam cinco das dez posições do ranking, considerando Itaú, Banco do Brasil, B3, Bradesco e BTG Pactual. Além da Petrobras e da Vale, também aparecem entre os papéis mais negociados a Axia Energia e a PRIO. A Sabesp (SBSP3) e a Embraer (EMBJ3), que ocupavam a sétima e a nona posições em agosto, respectivamente, deixaram o grupo dos dez primeiros em setembro.
Veja as dez ações mais negociadas em setembro
A Petrobras (PETR4) liderou o ranking de setembro, seguida pela Vale (VALE3) e pelo Itaú Unibanco (ITUB4). Na quarta posição apareceu o Banco do Brasil (BBAS3), que ganhou quatro colocações em relação ao mês anterior, enquanto a B3 (B3SA3) retornou à lista na quinta posição.
O Bradesco (BBDC4) ocupou o sexto lugar, seguido pela Axia Energia (AXIA3), em sétimo, e pelo BTG Pactual (BPAC11), em oitavo. As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) ficaram na nona colocação, enquanto a PRIO (PRIO3) completou o grupo dos dez papéis mais negociados.
Entre os fundos de investimento imobiliário (FIIs), o TRX Real Estate (TRXF11) manteve a liderança do ranking em setembro. O fundo, que possui exposição a imóveis de varejo e logística, foi seguido pelo Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), que subiu da quarta para a segunda posição. O Maxi Renda (MXRF11), voltado principalmente a recebíveis imobiliários, também ganhou espaço e avançou da sexta para a terceira colocação. Já o Pátria Log (HGLG11), especializado em galpões logísticos, passou da quinta para a quarta posição.
Na direção contrária, o XP Malls (XPML11), com investimentos em shopping centers, caiu da terceira para a quinta colocação. O GGRC11, ligado a imóveis industriais e logísticos, recuou da segunda para a nona posição. Completam o ranking o BTG Pactual Logística (BTLG11), em sexto lugar, o Capitânia Office (CPOF11), em sétimo, e o Genesis Multiestratégia (VXXV11), em oitavo. O General Shopping e Outlets do Brasil (GSFI11) ficou na décima posição.
ETFs de Ibovespa e small caps mantêm liderança
No mercado de fundos de índice, conhecidos como ETFs, os produtos ligados ao Ibovespa e às empresas de menor capitalização continuaram concentrando as primeiras posições. BOVA11, SMAL11 e BOVV11 repetiram, em setembro, a mesma ordem registrada em agosto. A principal mudança entre os primeiros colocados ocorreu com o LFTB11, ETF de renda fixa com exposição a títulos públicos brasileiros, que subiu da quinta para a quarta posição. O fundo ultrapassou o IVVB11, que acompanha o desempenho do índice americano S&P 500 em reais.
Outro ETF de renda fixa, o LFTS11, avançou da nona para a sexta colocação, enquanto o GOLD11, ligado ao preço internacional do ouro, passou da décima para a oitava posição. Também aparecem entre os dez mais negociados o SPXR11, com exposição ao S&P 500 e proteção cambial, o B5P211, de renda fixa, e o DIVO11, voltado a ações de empresas pagadoras de dividendos.
Empresas brasileiras ganham espaço entre os BDRs
Entre os Brazilian Depositary Receipts (BDRs), certificados negociados na B3 que representam ativos emitidos no exterior, a Aura Minerals (AURA33) manteve a liderança em setembro. O destaque ficou para as instituições financeiras brasileiras com ações negociadas fora do país. A Nu Holdings (ROXO34), controladora do Nubank, avançou da terceira para a segunda posição, enquanto a XP (XPBR31) saltou da nona para a terceira.
A Micron Technology (MUTC34) permaneceu em quarto lugar, seguida pelo Mercado Livre (MELI34), que entrou no grupo dos dez mais negociados. A lista também inclui JBS (JBSS32), Nvidia (NVDC34), Inter (INBR32), Tesla (TSLA34) e SpaceX (SPCX34), que ocuparam, respectivamente, a sexta, sétima, oitava, nona e décima posições.
Fonte: Abril


