A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (1º) a terceira fase da Operação Rent a Car, denominada Operação Galho Fraco II. O objetivo é aprofundar investigações relacionadas à prática de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.

Em nota, a corporação informou que as medidas judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estão sendo cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e Minas Gerais, “para coleta e preservação de elementos de prova”.
Ainda segundo a PF, as investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas “utilizadas para dar aparência de legalidade” à movimentação de recursos públicos.
“Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual”, completou a nota.
Nas fases anteriores da operação, foram identificadas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap).
“A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos”, concluiu a corporação.

