[ad_1]
Celia Corrigliano, perita criminal aposentada que trabalhou por quase 30 anos na Polícia Científica de São Paulo, destacou que casos de repercussão “exigem mais celeridade”. “Como ela morreu com tiro, isso faz o número de análises aumentar. Nós temos seis laboratórios diferentes, e a equipe que trabalha no local, isso só no IC. Mas tem o IML, que tem médicos especializados que trabalham no cadáver.”
[ad_2]




