“Eram 5 quadrilhas, todas reunidas [para a apresentação], e até onde eu sei, a comunidade é pacificada. Somos de São Gonçalo, e estávamos em um grupo de 60 pessoas. Estávamos lá dançando e toda hora passava um carro de polícia. Muitas crianças e, inclusive, a minha filha de 11 anos. Aí, do nada, o som tocando, a quadrilha dançando, eles [os policiai] surgiram de todos os becos. Um monte de gente atirando e o saldo é esse: gente baleada e morta”, desabafou o homem, que completou:



