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Ainda de acordo com a Polícia Civil, ela se aproveitava da função para obter informações confidenciais dos idosos sob seus cuidados, com o objetivo de realizar transferências bancárias ilegais. A Polícia Civil informou ainda que ela conquistava a confiança das vítimas, trabalhando diretamente em suas residências, e criava chaves Pix em nome delas, além de validar senhas biométricas e fotografias dos rostos dos idosos. Com esses dados, transferia as economias e benefícios previdenciários das vítimas para contas de terceiros, causando prejuízos financeiros significativos.

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