Presidente do Conselho Federal de Medicina, o ginecologista e obstetra José Hiran da Silva Gallo critica o Mais Médicos, programa que foi alvo de sanções do governo Donald Trump por causa da contratação de médicos cubanos.
O médico não comentou diretamente as sanções aplicadas, mas afirma que o CFM sempre se posicionou contra o Mais Médicos “por entender que ele precarizou a assistência, permitiu a atuação de profissionais sem direitos trabalhistas, sem revalidação e fragilizou o SUS.”
“Defendemos políticas que valorizem o médico, qualifiquem a formação e garantam atendimento seguro à população”, afirma.
Alguns conselheiros, nos bastidores, avaliam que a lista deveria incluir a primeira turma de gestores do Mais Médicos, que inclui nomes como o do atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o secretário-executivo Adriano Massuda, e mais oito nomes.
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