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“Em 2024, houve um impacto relevante sobre os preços das aves e das carnes suínas em razão das cheias no Rio Grande do Sul, um dos principais polos produtores do país. O evento climático provocou desestruturação temporária nas cadeias produtivas, afetando granjas, insumos e o transporte, o que pressionou os preços ao longo daquele ano. Em 2025, esses efeitos foram mitigados, com normalização gradual da oferta e recomposição das estruturas produtivas, o que contribuiu para maior estabilidade nos preços de alguns itens”, explicou o Nupes.
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