O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) pediu à Polícia Civil do Distrito Federal a abertura de uma investigação para apurar se houve crime contra a honra em mensagem supostamente enviada por Jair Bolsonaro (PL) com acusações ao presidente Lula (PT).
O órgão recebeu uma denúncia de que o ex-presidente teria veiculado, por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp, uma imagem vinculando Lula ao ex-ditador da Síria Bashar al-Assad, associando-o a execuções de pessoas LGBTQIA+.
O Ministério Público comunicou o Ministério da Justiça sobre a abertura do procedimento, pelo fato de envolver o atual presidente. Em 7 de julho, o ministro da pasta, Ricardo Lewandowski, requisitou ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, a instauração de inquérito policial para apurar o suposto crime.
No entanto, o Ministério Público determinou a remessa do caso à Polícia Civil do Distrito Federal, por entender que seria de competência estadual e, com isso, o caso não seguiu na PF.
Procurada, a assessoria de imprensa da Polícia Civil afirmou que o pedido do Ministério Público ainda não chegou ao órgão. A defesa de Bolsonaro não respondeu sobre o episódio.
O caso havia sido enviado inicialmente à Procuradoria da República em São Paulo, que judicializou o procedimento. Depois, foi encaminhado à Justiça Estadual de São Paulo, que o remeteu ao TJDFT.
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