“De repente, teve uma conquista no processo terapêutico. Então, vamos sair, vamos comer um hambúrguer, vamos ao shopping, tomar um sorvete para comemorar o que a gente conseguiu. Isso fortalece o vínculo e recompensa aquela adesão ao tratamento, valorizando a evolução do paciente. Não necessariamente eu uso o acompanhamento terapêutico apenas para intervir em um problema. Ele também pode celebrar uma conquista, principalmente com adolescentes”, explica.


