“O diretor trocou de sala [os alunos], mas não adiantou muita coisa, já que eles acabavam ‘se trombando’ no intervalo. A situação piorou no dia que jogaram um copo de leite quente na cara dela. Não teve nenhuma queimadura séria, apenas o avermelhado que não durou muito tempo, felizmente. Antes, a minha filha tinha coragem de contar. Hoje, ela não tem mais”, complementa.

