Governos e organizações internacionais manifestaram-se condenando os ataques militares que envolveram Irã, Estados Unidos e Israel, bem como ações que afetaram países do Golfo. As declarações enfatizam a necessidade de cessação das hostilidades, respeito ao direito internacional e retomada do diálogo, em meio ao aumento das tensões na região e alertas sobre um confronto de maiores proporções.
Posicionamentos dos Países do Golfo Pérsico
O Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita condenou veementemente a "flagrante agressão iraniana" e a violação da soberania de nações como Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Kuwait e Jordânia. O governo saudita expressou solidariedade "total e inabalável" aos países afetados, alertando para as "graves consequências" da persistente transgressão dos princípios do direito internacional.
Reação do Catar
O governo do Catar também condenou o lançamento de mísseis balísticos iranianos contra seu território, classificando-o como violação da soberania e integridade territorial. Doha afirmou que se reserva o direito de responder proporcionalmente, conforme o direito internacional, e reiterou seu histórico apoio ao diálogo com Teerã para resolver disputas regionais. O país manifestou solidariedade ao Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Bahrein, solicitando a interrupção imediata de ações que possam escalar o conflito.
Manifestação da China
O Ministério das Relações Exteriores da China demonstrou "extrema preocupação" com os ataques, exigindo a interrupção imediata das ações militares. Pequim defendeu o respeito à soberania e integridade territorial do Irã, além da retomada do diálogo e das negociações para preservar a estabilidade regional no Oriente Médio.
Preocupação da União Africana
A União Africana, por meio do presidente da Comissão, Mahmoud Ali Youssouf, divulgou nota expressando "profunda preocupação" com a escalada militar. O bloco advertiu que a intensificação do conflito pode impactar mercados de energia, segurança alimentar e estabilidade econômica, especialmente em países africanos já sob pressão. A entidade apelou por moderação, desescalada urgente e respeito à Carta das Nações Unidas, endossando os esforços de mediação conduzidos por Omã.






















