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Segundo a defesa do prefeito, os vereadores negaram provas apresentadas pela gestão e usaram justificativas baseadas em decisões judiciais que não existem. Em um dos trechos, a comissão citou um suposto julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2006, mas o processo mencionado só começou a tramitar em 2007. Em outro caso, atribuiu a um ministro do STJ uma decisão que, na realidade, foi relatada por outro magistrado.

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