Na segunda-feira (20), Renan Santos foi oficializado como candidato à Presidência da República pelo Missão, partido que nasceu a partir do MBL (Movimento Brasil Livre) e que recebeu a chancela do TSE apenas em novembro de 2025. Ele foi um dos fundadores do MBL em 2014 e liderou o movimento em seus momentos mais emblemáticos: nas convocações para defender o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, no apoio a Jair Bolsonaro na eleição de 2018 e no posterior rompimento com o ex-presidente enquanto ele ainda ocupava o Palácio do Planalto. Em sua pré-campanha, Renan aumentou sua exposição nas redes sociais e buscou se apresentar como o candidato que é ao mesmo tempo anti-Lula e anti-Flávio Bolsonaro – com ideias e propostas inspiradas em Javier Milei, presidente da Argentina, e em Nayib Bukele, presidente de El Salvador.



