“Pela facilidade da manutenção desses veículos, dentro das comunidades, e a facilidade de carregamento. Não precisa de um posto de gasolina, não precisa descer para fora da comunidade para conseguir abastecer e retornar com o veículo”, afirma Bernardo Câmara, vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro e Espírito Santo.





















