“Eu vinha pra cá, o clube não tinha essa estrutura toda. Tinha duas cadeiras, que nem combinavam”, relembra Moacyr Luz. “Vim comer a feijoada do Jorge Ferraz, falecido presidente do clube, e no caminho falei: ‘Jorge, vamos fazer um samba na segunda-feira? Já tá todo mundo quebrado mesmo, faz de tarde que não tem problema de luz, não tem som, não tem nada’. E ele respondeu: ‘Faz a hora que você quiser’.”

