Close Menu
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
  • Home
  • Notícias
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
Subscribe Login
  • Home
  • Notícias

    Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas

    agosto 11, 2026

    Ações europeias fecham estáveis com otimismo em relação a balanços

    agosto 11, 2026

    Pediatras se manifestam contrários à redução da maioridade penal

    agosto 11, 2026

    Flipelô reúne 330 mil pessoas e bate recorde de público

    agosto 11, 2026

    Dólar hoje sobe 1% após IPCA acima do esperado e pesquisa eleitoral

    agosto 11, 2026
  • Celebridades e TV
  • Economia
  • Saúde
  • Política
  • Moda
  • Tecnologia
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
portalnardelazuoz.com.brportalnardelazuoz.com.br
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
Home » Setor de tecnologia é masculino e branco, diz levantamento – 31/03/2025 – Mercado
Notícias

Setor de tecnologia é masculino e branco, diz levantamento – 31/03/2025 – Mercado

RedaçãoBy Redaçãomarço 31, 2025Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Setor de tecnologia é masculino e branco, diz levantamento – 31/03/2025 – Mercado
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email


O setor de tecnologia brasileiro é dominado por trabalhadores homens e brancos. Mulheres e negros são minorias no setor, assim como pessoas com deficiência e profissionais LGBTQIA+.

É o que indica um levantamento inédito feito pela Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais), antecipado à Folha.

De acordo com a primeira edição do Censo de Diversidade do setor TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), 34,2% dos trabalhadores são mulheres, frente a 63,1% de homens e 1% de não binários.

No recorte racial, 62,1% dos funcionários são brancos, 15,5% se identificam como pessoas pretas e 19,5% se declaram pardas. Outros 2,5% se identificam como amarelos e apenas 0,4%, como indígenas. O número de profissionais LGBTQIA+ chega a 10,9%, sendo a maioria cisgênero e heterossexual (89,1%).

Pessoas com deficiência representam 3,7% dos trabalhadores do setor. A maioria delas apresenta deficiência física motora (44,2%), seguido de deficiência visual (25,8%). Com relação ao gênero, mais da metade é do gênero feminino (55,3%).

O levantamento foi feito com 20.653 funcionários de companhias associadas à Brasscom, por meio de questionário. A margem de erro é de 0,7 ponto percentual, considerando o total de aproximadamente 1,2 milhão de pessoas empregadas, segundo dados do Monitor de Empregos e Salários de agosto de 2024.

A corrida das big techs pela liderança no mercado de inteligência artificial e o rápido desenvolvimento de tecnologias como a IA generativa, a realidade aumentada e o 5G devem impulsionar a área e aumentar a demanda por novos profissionais. O momento de alta abre chances para a redução das desigualdades no setor —formado majoritariamente por homens e pessoas brancas—, mas pode acabar aumentando o desequilíbrio.

“Essa corrida tende a manter o conhecimento tecnológico nas mãos de quem sempre esteve, afinal, tecnologia é poder. Mas, se quiserem um produto que espelhe a sociedade, essas empresas vão precisar da diversidade”, afirma Barbara Santiago, gerente de diversidade, equidade e inclusão no Reprograma, organização sem fins lucrativos voltada a reduzir as lacunas de raça e gênero na tecnologia.

Segundo Mariana Giostri Rolim, diretora executiva da Brasscom, os números são consequência da baixa presença de mulheres e pessoas negras em cursos de tecnologia. “Precisamos estimular as meninas a gostarem das exatas desde a infância, apresentando jogos de lógica, por exemplo, que são incentivados para meninos”, diz.

Para Santiago, o contexto social, que coloca mulheres em condições de jornadas triplas e às vezes quádruplas de trabalho, contribui para sua exclusão. “Ciências, matemática e tecnologia podem ser difíceis de aprender, e o mínimo que as pessoas precisam é de tempo de estudo. Tempo é o que as mulheres menos têm na nossa sociedade”, afirma.

O mesmo tipo de exclusão acontece com pessoas negras, segundo a especialista. Enquanto meninas pretas e pardas acumulam tarefas de casa desde a infância, meninos negros iniciam a vida profissional para contribuir com o sustento da casa.

A predominância de brancos no setor também reflete fatores regionais. O relatório de diversidade 2024 da Brasscom mostra que há mais profissionais negros nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, enquanto as grandes empresas de tecnologia estão concentradas no Sudeste.

Outro fator apontado por Santiago diz respeito à imagem do setor de tecnologia: masculina e branca. “No Reprograma, a gente trabalha para que mulheres se imaginem ocupando esses lugares e colocamos em evidência as profissionais que estão nesse mercado, além de ajudar as participantes a pensarem no desenvolvimento das suas vidas e carreiras.”

Ainda de acordo com o levantamento, maior parte dos trabalhadores do setor de TIC tem entre 26 e 35 anos. Os dados apontam que, quanto mais velho o profissional, maior é seu nível de qualificação.

Na faixa etária de 18 a 25 anos, 55,3% dos respondentes cursaram ensino fundamental, médio e técnico. Na faixa de 26 a 35 anos, 44,8% têm ensino superior. Quase metade dos profissionais de 36 a 45 anos têm pós-graduação, mestrado e doutorado (49,1%).

Para Rolim, o dado tem relação com a evolução de carreira. Um profissional que entra como analista com curso técnico, tende a continuar estudando e se especializando ao longo dos anos.

Já a menor presença de pessoas com mais de 65 anos pode estar relacionada à exclusão pela rapidez com que as tecnologias mudam ou à criação de empresas de consultoria, em que esses profissionais aproveitam sua expertise para empreender.

Os cargos de gestão acompanham a tendência de desigualdade do setor, com homens brancos ocupando a maioria das cadeiras de chefia. De acordo com o levantamento, homens ocupam 65,7% desses cargos, enquanto 34,1% deles são ocupados por mulheres. Não binários somam 1%, e pessoas trans chegam a apenas 0,2% da amostra.

O número de mulheres brancas nos cargos de diretoria e gerência corresponde a 72,7% do total de funcionárias. Trabalhadoras pretas chegam a 16,3%, seguidas pelas pardas, 8,2% e as amarelas, 2,8%.

Segundo Santiago, do Reprograma, as chamadas habilidades de sócio-comportamentais, que envolvem a forma como os profissionais se comportam, lidam com conflitos, se comunicam e exercem liderança, são mais cobradas das mulheres do que dos homens.

“É mais provável que se coloque um homem despreparado em uma função de chefia do que uma mulher. E isso também é construído tanto pelo imaginário, pela ideia de que o homem é naturalmente um bom líder, quanto pela conexão e lealdade que esses homens têm com seus semelhantes”, afirma.

Folha Mercado

Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.

O levantamento aponta que a maioria das funcionárias não tem filhos, e as que são mães têm menor participação nos cargos de liderança, um indicativo de que a maternidade impacta na carreira das mulheres.

Rolim afirma ser comum que empresas evitem contratar funcionárias por medo de que engravidem e passem um período em licença. A licença paternidade, implementada por algumas empresas do setor, equipara as condições de trabalho e torna indiferente a contratação de homens ou mulheres, uma vez que ambos têm o direito, segundo ela.

A maioria das pessoas com deficiência ocupa cargos de assistente e auxiliar, seguidos da função de analista. Não foi identificada nenhuma pessoa com deficiência em cargo de chefia. Também há maior participação feminina em cargos de auxiliar e assistente (39%).

De acordo com Rolim, não é possível dizer que a maior concentração de pessoas pertencentes a grupos minorizados em cargos de analista tenha relação com preconceito, uma vez que cerca de 70 a 80% do setor é formado por funções operacionais.

Apesar disso, a maior parte dos profissionais LGBTQIA+ também está alocada nessas atividades. A todo, 68,8% deles atuam em cargos de analista enquanto 12,5% do grupo está em posições de diretoria e gerência —a maioria é formada por homens gays.

A diretora executiva da Brasscom acredita que os dados do levantamento podem mostrar pontos de melhoria. “Com esses dados, as empresas podem olhar para dentro de casa e implementar políticas que nos permitam deslanchar no setor de tecnologia. Quanto mais pessoas diversas, mais inovação a gente vai ter. Isso impacta na receita das empresas e faz com que tenham uma competitividade maior”, afirma.


Relacionado

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticlePrefeitura do Rio revoga resolução que reconhecia práticas de matriz africana no SUS; 'retrocesso', dizem entidades
Next Article Casa Darcy Ribeiro, em Maricá, terá debate com economistas – 31/03/2025 – Painel
Redação
  • Website

Related Posts

Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas

agosto 11, 2026

Ações europeias fecham estáveis com otimismo em relação a balanços

agosto 11, 2026

Pediatras se manifestam contrários à redução da maioridade penal

agosto 11, 2026

Flipelô reúne 330 mil pessoas e bate recorde de público

agosto 11, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

JASMIRA IMÓVEIS – Venda, Compra e Administra
JASMIRA IMÓVEIS
INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613
Top Posts

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021

Asimo Robot Unveils a New Tool For Simple Robot Programming

janeiro 14, 2021
Stay In Touch
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
  • Telegram
Demo
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • WhatsApp
Sobre Nós
Sobre Nós

O Portal Nardel Azuoz nasce com o propósito de informar, inspirar e conectar pessoas por meio de conteúdos relevantes sobre lifestyle, tendências e atualidades. Nosso compromisso é entregar informação de qualidade, com uma abordagem moderna e acessível, pensada para quem busca estar sempre atualizado.

Our Picks

Arqueólogos chegaram ao fundo de um poço de 2.500 anos e encontraram dois esqueletos ao lado de misteriosas oferendas de bronze

agosto 11, 2026

Maricá alcança melhor resultado da história e lidera Ideb na região | G1

agosto 11, 2026

Governo pede a Alcolumbre que instale comissão sobre MP das Blusinhas

agosto 11, 2026
Most Popular

Check Out the Celebrities From the International Film Festival Awards 2023

janeiro 16, 2021

Harley Davidson: Bundle of Joy Crafted for Top Speed

janeiro 13, 2021
7.2

Review: 7 Future Fashion Trends Shaping the Future of Fashion

janeiro 15, 2021
portalnardelazuoz.com.br
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Formulário de Contato
  • Sobre nós
  • Política de privacidade
© 2026 I Portal Nardel Azuoz | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.

Lost password?