As centrais sindicais querem atrair as entidades da sociedade civil que participaram do ato em defesa da soberania nacional realizado em julho na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), no Largo de São Francisco, para as comemorações do 7 de Setembro deste ano.

A manifestação está em nota assinada pelas centrais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical e Pública e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

No documento, elas argumentam que o Brasil vive um momento decisivo. “É hora de as forças populares, democráticas e progressistas se erguerem para defender a soberania nacional e os direitos do nosso povo”, escrevem.

“Não aceitaremos que interesses externos ditem o destino do país. Governo, empresários comprometidos com a pátria e trabalhadores devem apostar no fortalecimento do consumo interno e na conquista de novos mercados para nossas exportações”, complementam.

Na nota, as centrais sindicais afirmam que o Brasil está sendo injustamente atacado e que a soberania deve ser o lema do 7 de Setembro.

Os sindicatos defendem a manifestação pela defesa da soberania e democracia com justiça social e rejeitam a anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro e aos “traidores da pátria”, em referência a bolsonaristas que apoiam as sanções impostas pelo americano Donald Trump ao país.


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