De volta à SPFW, Amir Slama celebra 35 anos de carreira com um desfile que olha para o seu próprio passado e para o Brasil. “Eu peguei o começo desse movimento, quando a moda ainda era muito impositiva”, fala Amir. Em 1993, ele fundou a Rosa Chá, marca de beachwear que vendeu ao grupo InBrands em 2008, antes de criar sua etiqueta homônima.


Amir Slama, verão 2026.
Ze Takahashi / @agfotosite


Amir Slama, verão 2026.
Ze Takahashi / @agfotosite


Ze Takahashi / @agfotosite
“Essa coleção nasceu de uma pesquisa que venho desenvolvendo nos últimos dois anos pela Amazônia, especialmente no Pará e no Mato Grosso. Também revisitei meu acervo e recriei algumas ideias, com novos tecidos e proporções.”


Marcelo Soubhia/ @agfotosite


Marcelo Soubhia/ @agfotosite
Daquele início, vêm os biquínis de tiras entrelaçadas, saídas de praia de seda translúcidas e vestidos rendados que oscilam entre o sensual e o romântico. Dos tempos mais recentes, temos os maiôs recortados, as sobreposições e combinação de tule, linho e seda e um aceno à sustentabilidade.


Gustavo Scatena / @agfotosite
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