Para tentar salvar o banco, o governo do DF — acionista majoritário e controlador do BRB — sancionou a Lei nº 7.845/2026, em 10 de março. Ela permite que os imóveis públicos sejam vendidos e usados como garantia para empréstimos do BRB, possibilitando uma captação de até R$ 6,6 bilhões.
