Mesmo diante da elevada demanda, as UPAs mantêm o acolhimento, a classificação de risco e o atendimento aos novos pacientes, conforme a prioridade clínica estabelecida pelos protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS). A permanência de pacientes que aguardam leito hospitalar após estabilização clínica impacta a ocupação das unidades, mas os indicadores superiores a 100% refletem, principalmente, essa permanência e a utilização da estrutura assistencial adicional, não representando, isoladamente, a capacidade operacional efetivamente disponível nas UPAs.


