Um cheiro semelhante a gás mobilizou bombeiros e equipes externas na tarde do último sábado (13) no Centro de Controle de Aproximação de São Paulo (APP-SP), estrutura localizada no Aeroporto de Congonhas e responsável por coordenar pousos e decolagens nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos.
A ocorrência foi confirmada nesta segunda-feira (15) ao g1 pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela concessionária Aena, que administra o terminal da Zona Sul da capital paulista.
Segundo a FAB, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), houve relato de forte odor no ambiente operacional do APP-SP durante a tarde do dia 13. Em caráter preventivo, foram acionados imediatamente os bombeiros do aeroporto e equipes externas, que realizaram vistorias e medições no local.
“As avaliações não identificaram vazamento nem a presença de qualquer agente que oferecesse risco à saúde humana ou à segurança das operações aéreas”, afirmou.
Ainda segundo a FAB, durante o período, o Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste (CRCEA-SE) adotou os procedimentos de contingência previstos para esse tipo de situação, mantendo a operação dentro dos parâmetros de segurança estabelecidos, sem comprometimento da prestação do serviço de controle do espaço aéreo.
“Concluídas as verificações técnicas e confirmadas as condições seguras do ambiente, a situação foi normalizada ainda no próprio sábado, com o restabelecimento da rotina operacional do APP-SP. De acordo com a FAB, não houve impacto à segurança e à regularidade das operações aéreas”, ressaltou a Força Áerea.
Em nota, a Aena informou que a equipe do Aeroporto de Congonhas foi notificada para verificar a ocorrência de um suposto odor de gás em prédio do APP-SP, estrutura sob responsabilidade da Aeronáutica. O Serviço de Combate a Incêndio (PAPH), bombeiros externos, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a concessionária de gás foram imediatamente acionados.
A concessionária acrescentou que, como medida operacional preventiva, o órgão de controle do espaço aéreo implantou os procedimentos de contingência, incluindo o aumento das separações entre pousos e decolagens como forma de controle de fluxo.
Ainda segundo a Aena, não houve impacto à segurança nem à regularidade das operações aéreas. Os profissionais que trabalham no local passaram por avaliação médica, foram atendidos e liberados.
Conforme os bombeiros, não se tratou de vazamento de gás, mas de uma possível ocorrência pontual relacionada ao sistema de esgoto e/ou de climatização. Após as vistorias e medições, o local foi considerado em condições normais, enfatizou a concessionária.





















