Samuel Morais da Hora diz ser autônomo e apresenta renda mensal de R$ 4 mil, mas é sócio de empresa de venda de peças de celulares na região da Uruguaiana, pólo de comércio popular no Centro do Rio. Em nove meses, a loja movimentou R$ 14,8 milhões e, segundo a polícia, foi utilizada para lavar dinheiro de facções criminosas.