“Ele empregou a esposa do traficante Índio, na Alerj, como assessora dele. E queria com isso proteger, agradar e proteger o criminoso. Também ofereceu a um traficante, chefe do Complexo do Alemão, o Pezão de colocar a esposa ou um familiar na Assembleia Legislativa. Em determinada passagem ele fala que é bom ela tirar fotos. Ela aparece nas redes sociais como assessora, porque quando tivesse operação na comunidade, ele poderia mostrar para polícia ‘olha, eu trabalho, eu trabalho, meu marido é produtor de eventos’. Para apaziguar a situação do esposo”, explicou o superintendente da PF.


