O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema fez as pazes com a Inconfidência Mineira. Açoitando os “intocáveis” do Supremo Tribunal Federal, valeu-se do aniversário da execução de Tiradentes e disparou: “Brasília explora o Brasil como os portugueses fizeram. (…) A luta dos inconfidentes não acabou”.
Num evento semelhante, em 2023, Zema via a Conjuração com outros olhos: “Temendo as consequências do golpe à Coroa portuguesa, os inconfidentes não confessaram seus crimes. O único a fazê-lo foi Joaquim José da Silva Xavier, que se tornou o Mártir Tiradentes, ao receber a pena mais dura, em 21 de abril de 1792”.
Tudo errado. Os inconfidentes contaram o que planejavam, a começar pelo advogado Cláudio Manuel da Costa, patrono dos brasileiros que se “suicidam” na prisão. As confissões e denúncias passam de uma dezena. Zema tomou o partido da Coroa portuguesa. Felizmente, mudou de lado.
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