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Após um 2024 em que foi majoritariamente reserva na volância da equipe, Rincón ganhou prestígio com Pedro Caixinha e começou a temporada com status de titular. O venezuelano, inclusive, saiu jogando em nove dos 10 primeiros jogos do Peixe neste ano.
A grande questão é que, com o decorrer das partidas, Rincón não conseguiu manter a regularidade e a dupla formada com Diego Pituca não engrenou. Desse modo, depois da sequência de seis partidas como titular do Santos, o volante perdeu espaço no 11 inicial.
Antes do amistoso contra o Coritiba, a última vez que Tomás Rincón havia sido titular do Alvinegro Praiano foi no clássico contra o Corinthians, ainda pela fase de grupos do Campeonato Paulista. O camisa 8 atuou por 77 minutos e foi substituído por João Schmidt.
Foi justamente no clássico alvinegro que o panorama mudou. Schmidt entrou bem e rapidamente convenceu Caixinha de que merecia mais oportunidades. Só que, para isso, o português precisou sacar Rincón da equipe titular.
Rincón, assim, não saía jogando pelo Santos desde o último dia 12 de fevereiro, data da derrota para o Corinthians. A partir desta data, o atleta foi perdendo cada vez mais espaço e chegou ao ponto de nem sequer sair do banco de reservas em certos embates.
Nas vitórias do Peixe sobre Água Santa, Noroeste e Inter de Limeira, o volante teve apenas cerca de 60 minutos dos 270 disputados. Já nos confrontos das quartas e das semis do Paulistão, ele não chegou nem a ser acionado pelo técnico Pedro Caixinha.
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