A PF destaca conexão entre Jacques Wagner e o banqueiro Augusto Lima, também alvo da operação: uma relação que se consolidou a partir de 2018, quando o governo do Estado da Bahia, à época sob gestão de Rui Costa (PT), privatizou uma empresa pública de supermercados e criou um cartão de crédito consignado para servidores estaduais – uma operação que, posteriormente, foi incorporada pelo Master e replicada em outros estados do país, com alta lucratividade para o banco.


