“A comunidade da Palmeirinha foi toda cercada pelo tráfico, tem barricadas pra poder chegar à unidade de saúde, um ponto de venda de drogas colado à unidade e constantemente invasão por homens armados constrangendo nossos funcionários e os pacientes da unidade. Há uma intenção não declarada dos traficantes de ocuparem o prédio”, afirma Soranz.



















