“As consequências vão muito além de um problema estrutural. A interrupção ou limitação do funcionamento do elevador impacta a assistência prestada, pode agravar o estado de saúde dos pacientes e prejudica a rotatividade dos leitos hospitalares. Enquanto pacientes permanecem internados por mais tempo do que o necessário, aguardando exames ou procedimentos adiados, as unidades de urgência e emergência seguem superlotadas, dependentes da liberação desses leitos.”, afirma a vice-presidente da Comissão Andrea Carius.


