As testemunhas — uma médica e um motorista de ambulância que seguiam de São Francisco para Urucuia — relataram que haviam cruzado o Rio São Francisco de balsa pouco antes da meia-noite, juntamente com outros veículos. Ao chegarem ao local, perceberam que a vítima não apresentava rigidez cadavérica, o que indica que o atropelamento havia ocorrido poucos instantes antes. Nenhum veículo estava parado na rodovia para prestar socorro.





















