O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira (13) que o programa Mais Médicos, que foi alvo de sanções do governo Donald Trump pela contratação de médicos cubanos, é uma “excrescência” e uma forma de “financiamento da ditadura cubana” pelo PT “com dinheiro do contribuinte brasileiro”.
Mais cedo, o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a revogação de vistos de autoridades brasileiras e ex-funcionários da Opas (Organização Pan Americana de Saúde) que tenham atuado na contratação de médicos cubanos no programa Mais Médicos.
“Sempre denunciamos que esse programa nada mais era do que um financiamento da ditadura cubana pelo governo do PT, com o dinheiro do contribuinte brasileiro”, afirma o senador.
Ele diz que os cubanos não seriam médicos por não terem o diploma revalidado no Brasil e que eles eram “obrigados a devolver 70% dos seus salários para a ditadura cubana”. “Uma excrescência”, afirma.
“Assim que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República, em 2019, a própria ditadura cubana deu ordem para que todos retornassem para Cuba”, diz. “O governo americano mostra como devem ser tratadas pessoas que colaboram com ditaduras que desrespeitam os direitos humanos.”
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