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Por duas questões: primeiro, essa testemunha diz que o ministro “geralmente” entrava entre 8h e 8h30 no gabinete, para fazer eco com o que se tem na denúncia — de que ele ficava sozinho com a denunciante de manhã. Quando começou a instrução do processo, nós conseguimos os registros do ministro chegando no tribunal, por meio do grupo de WhatsApp dos funcionários, em que avisavam “o ministro chegou, o ministro está subindo”. Assim, conseguimos mostrar que ele chegava à tarde. Diante disso, a testemunha foi questionada e mudou: “Eu não disse que ele chegava todo dia [no período da manhã]”. Mas a testemunha usou a expressão “geralmente”, o que se supõe que seja algo constante. Depois, ela disse que não era a regra, era “excepcionalmente” que o ministro chegava às 8h.
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